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[ 15 de setembro de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

As variáveis farmacocinéticas.

11570648_sNeste vídeos conversaremos sobre as variáveis  farmacocinéticas da Absorção, Distribuição, Metabolismo e Excreção de fármacos.

O bom entendimento destes conceitos é fundamental para todo aquele que queira se aprofundar no estudo da farmacologia.

Lembre-se que toda semana disponibilizamos um novo vídeo.

Para assistir à aula clique no link abaixo.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR O VÍDEO.

[ 3 de setembro de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Quero estudar! Por onde começo?

6846023_sNão tenho dúvidas que o valor que desejamos para nossa profissão passa pelo estudo constante e disciplinado. Penso o seguinte: se entendemos tanto de medicamento, se os valores financeiros relacionados com esta indústria são tão grandes, porque o farmacêutico ainda não recebe o que merece?

Bom, não sou do tipo de pessoa que olha para trás, por isso não falarei do passado, mas sim dos caminhos que vejo para o futuro.

Desde o término do doutorado, em 2011, tenho estudado os serviços farmacêuticos em todo o mundo. Em 2013 fiz uma viagem aos Estados Unidos para conhecer uma empresa que vende serviços farmacêuticos para planos de saúde.

Neste 4 anos que tenho focado meu pensamento em observar nossa profissão cheguei a conclusão: somente quando efetivamente entendermos de medicamento iremos achar o valor que queremos.

E não estou falando sobre saber o mecanismo de ação e a classe, porque isso, sendo sincero, todo profissional de mediano para cima sabe.

Estou falando em efetivamente conhecer as interações medicamentosas, interações com alimento, efeitos adversos menos comuns e PRINCIPALMENTE, as diferenças farmacocinéticas dos fármacos dentro do mesmo grupo.

Precisamos saber, por exemplo, que o atenolol tem ligação a proteínas plasmáticas de 90% e o propranolol de  aproximadamente 15%.  Por quê?

Porque que um dia poderemos mostrar a um médico que aquele paciente com deficiência de albumina não deve utilizar atenolol, mas poderia utilizar propranolol.

Lembro que a Resolução CFF 586/2013 (artigo 6o) nos permite trabalhar, em conjunto com médicos, para realizar a prescrição ou até mesmo substituição de fármacos, desde que firmado acordo que nos autorize.

E você diz: “mas um médico nunca vai autorizar isso”. E eu respondo: “não vamos olhar para o passado e sim para o futuro,  vamos dar um passo de cada vez”.

Primeiro devemos estudar e dominar esse conhecimento, depois mostrar o nosso potencial! Porque quando olho para nossa profissão penso que podemos ir muito mais longe.

Avante!

Fabricio Assini, farmacêutico que vê muitos caminhos interessantes nesta profissão.

[ 1 de setembro de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Para entender a Farmacocinética e a Farmacodinâmica.

15363357_sNeste vídeo comento sobre estes dois ramos fundamentais para todo aquele que deseja entender a farmacologia facilmente.

Também mostro como o domínio dos aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos de um fármaco podem ser utilizados pelo farmacêutico para se destacar no mercado profissional.

Clique aqui para ver o vídeo.

Um abraço,

Prof. Fabricio Assini

Obs.: você conhece nossa página com aulas de farmacologia? Não?! Então acesse agora!

[ 27 de agosto de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

4 perguntas sobre medicamentos que todo farmacêutico pode responder.

22850710_sSe um medicamento está funcionando nesta dose, caso eu tome uma dose maior, será melhor ainda?

O efeito da maioria dos fármacos segue o que chamamos de curva dose-resposta, ou seja, muitos deles alcançam um efeito máximo em determinada dose e daí não passam. Assim, o aumento da dose além do máximo recomendado, aumenta o risco de efeitos adversos ou toxicidade. É bom lembrar daquela frase muito antiga porém verdadeira: A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

Eu tomo um medicamento a anos, desta maneira o efeito adverso que estou sentindo não pode ser provocado por ele. Certo?!

Mesmo que o medicamento e a dose sejam os mesmos há anos, seu corpo não é. Com o envelhecimento os processos fisiológicos que interagem com o fármaco alteram-se, assim você pode metaboliza-los mais lentamente e leva-los a um acúmulo no corpo. Além disso, outro medicamento, mesmo os isentos de prescrição, chás ou alimentos podem estar interagindo com o medicamento, causando este efeito adverso.

Meu médico não disse quando devo parar de tomar este medicamento, devo continuar tomando para o resto da vida?

Muitas vezes durante uma consulta algo pode ser dito e esquecido ou ainda, não dito. Assim, caso você ingira um medicamento a muito tempo e tenha dúvidas se deve ou não continuar este tratamento, o ideal é que você marque uma nova consulta com seu médico para que este avalie seu caso novamente e decida se o medicamento deve ser trocado por outro, retirado por completo ou mantido.

Eu sempre saberei se um desconforto que estou sentindo é causado pela doença ou pelo medicamento?

Provavelmente não. Muitas vezes efeitos adversos de medicamentos confundem-se com os sintomas de diversas patologias. Daí a importância do monitoramento constante através da conversa com seu farmacêutico ou médico.

Observação, esta foi uma conversa hipotética, mas sem duvida abriu várias brechas para a oferta de serviços farmacêuticos. Caso você queira começar a estudar para orientar melhor seus pacientes, comece se inscrevendo na aula abaixo.

curso idosos figua pronta

[ 25 de agosto de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Fármaco não é medicamento.

12522925_sTodo inicio de semestre percebo que alguns alunos confundem fármaco e medicamento. Entram na disciplina de farmacologia esperando estudar uma coisa e acabam encontrando outra.

Por isso, neste segundo vídeo explico a diferença entre fármaco e medicamento.

Faço isso porque percebo que todos aqueles que dominam a diferença, entendem com maior facilidade a farmacocinética e farmacodinâmica.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR ESTE VÍDEO.

Ou clique aqui para assistir os outros vídeos que já foram produzidos!

Até mais,

Prof. Fabricio Assini

[ 20 de agosto de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Psicotrópicos e o Risco de Morte em Idosos com Demência.

10327487_sQuando pensamos a respeito do uso de medicamentos em idosos, muitas vezes precisamos estar conscientes dos riscos existentes.

A associação das alterações fisiológicas produzidas pelo envelhecimento, com os prejuízos induzidos por diferentes patologias, podem potencializar os efeitos adversos de medicamentos e a consequência pode ser fatal.

Nesta linha de raciocínio, um grupo de pesquisadores americanos publicou um trabalho (JAMA Psychiatry. 2015;72(5):438-445) avaliando os prontuários de 90.476 idosos acima de 65 anos diagnosticados com demência.

Após a análise dos dados concluíram que o uso de haloperidol aumentou o risco absoluto de morte em 3,8%; a risperidona em 3,7%; a olanzapina em 2,5% e a quetiapina em 2,0%.

Os dados mais alarmantes são aqueles para aqueles pacientes que já faziam uso de qualquer antidepressivo e receberam o haloperidol, nestes o risco absoluto de morte aumentou em 12,3%.

Estes dados mostram a importância para a avaliação do risco/benefício do uso de medicamentos no idoso polimedicado.

Como escrevemos anteriormente, nestes pacientes a retirada de medicamentos pode ser a melhor conduta (ver nosso artigo anterior).

Para aqueles que querem se interessam pelo tema, recomendo nossa AULA GRATUITA sobre as Alterações Farmacocinéticas e Farmacodinâmicas em Idosos.

Além disso, vale a pena se informar sobre o Curso completo sobre Farmacoterapia em Idosos.

Um abraço!

Prof. Dr. Fabricio Assini

[ 18 de agosto de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

O que é Farmacologia?

13246892_sEste é o primeiro post de uma série onde pretendo abordar conceitos básicos relativos ao estudo da farmacologia.

Para começar, um primeiro vídeo onde falo como a farmacologia começou a ficar fácil para mim!

Toda semana quero falar sobre algum assunto, por isso sugiro que vocês utilizem os comentários para sugerir temas!

Clique no link abaixo para ver nosso primeiro vídeo.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR O VÍDEO.

[ 11 de agosto de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Cuidado com a Suplementação de Cálcio em Usuários de Lítio.

17935564_sO título deste post baseia-se em um comentário publicado no Lancet (Volume 386, No 9992,  p415–416, 1 August 2015) sobre o uso de lítio no tratamento do transtorno bipolar.

Em resumo, os autores mencionam o fato do lítio ser o fármaco que melhor estabiliza o humor em pacientes com transtorno bipolar, porém alertam para os efeitos adversos mais frequentes. São eles: insuficiência renal, hipotireoidismo e hipercalcemia.

Os dois primeiros efeitos adversos nós, farmacêuticos, devemos ficar atentos especialmente naqueles pacientes que não fazem um bom acompanhamento médicos e, quando identificá-los, recomendar que voltem a procurar o médico que prescreveu o lítio.

Por outro lado, chamo a atenção para a hipercalcemia.  Digo isso porque percebo que a suplementação com cálcio é vista, por muitos pacientes, como um comportamento que só pode fazer bem. Fato que não é verdade!

Por isso, diante de um paciente que usuário de lítio que deseje suplementar cálcio, eu orientaria com relação a grande possibilidade do acúmulo de cálcio plasmático e consequentemente a probabilidade aumentada de litíase renal, enrijecimento de vasos e infarto agudo do miocárdio.

Aproveito para lembrar que, na aula GRATUITA sobre alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas associadas aos envelhecimento, conversaremos sobre a insuficiência renal e como este fato pode agravar ainda mais a hipercalcemia induzida pela associação entre lítio e suplementação de cálcio.

Um abraço,

Prof. Fabrício Assini

[ 6 de agosto de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Novo medicamento retarda a progressão da doença de Alzheimer.

14837730_sA Doença de Alzhemer (DA) é o protótipo da doença neurodegenerativa, ou seja, a progressão da morte neuronal leva ao aumento dos sintomas e, ao final da vida, o paciente está completamente dependente de seus cuidadores.

O tratamento medicamentoso atual, feito com inibidores da acetilcolinesterase ou com a memantina, apenas ameniza os sintomas da doença, não diminuindo a velocidade de progressão e muito menos curando o paciente.

Por isso, o trabalho publicado nesta semana na revista Alzheimer’s & Dementia: Translational Research & Clinical Interventions representa um passo a frente.

Digo isto porque os pesquisadores relataram os resultados dos testes em humanos de um novo medicamento que RETARDOU A PROGRESSÃO DOS SINTOMAS DA DOENÇA DE ALZHEIMER em 300 pacientes.

O solanezumag é um anticorpo que liga-se no peptídeo beta amiloide e aumenta a sua excreção, é válido lembrar que o acúmulo deste peptídeo é um dos principais responsáveis pela morte neuronal na doença de Alzheimer.

Assim, o grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia mostrou que ao final de 3,5 anos de acompanhamento, os idosos que iniciaram o tratamento medicamentoso 1,5 anos antes, tinham prejuízos cognitivos mais brandos.

Por fim, é importante lembrar que o trabalho não mostra a cura para a Doença de Alzheimer, mas reforça a necessidade de diagnóstico precoce.

 

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[ 16 de julho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Dificuldades para engravidar? Atenção para o antiinflamatório!

 

14972469_sHá um tempo atrás, enquanto estudava a fisiologia do ciclo menstrual, li em um livro de fisiologia que a ovulação dependia de uma pequena sta inflamatória para acontecer. Na mesma hora pensei: possivelmente uma mulher que esteja tomando antiinflamatórios neste período terá dificuldades para ovular.

Em 11 de junho de 2015, Sami Salman e seus colaboradores publicaram um trabalho confirmando esta hipótese (Salman S, Sherif B & Al-Zohyri A.
Effects of some non-steroidal anti-inflammatory drugs on ovulation in women with mild musculoskeletal pain. Annual European Congress of Rheumatology. 11 June 2015).

Os autores avaliaram 49 mulheres divididas em 4 grupos: (1) 10 mulheres participaram do grupo placebo; (2) 16 mulheres ingeriram diclofenaco; (3) 12 mulheres ingeriram naproxeno; (4)11 mulheres  ingeriram etoricoxibe.

Todos os medicamentos foram administrados nas doses recomendadas para o tratamento de dor muscular  moderada, durante 10 dias, a partir do décimo dia do ciclo menstrual. Data onde o processo inflamatório associado a ovulação normalmente começa a acontecer.

Foi realizada a ultra-sonografia em todas as mulheres para verificar a ocorrência da ovulação e os resultados seguem abaixo:

das 10 mulheres do grupo placebo, 100% ovularam;

das 16 mulheres do grupo diclofenaco, 6,3%ovularam;

das 12 mulheres do grupo naproxeno, 25% ovularam;

das 11 mulheres do grupo etoricoxibe, 27,5% ovularam.

Estes resultados trazem um alerta para todo farmacêutico, que muitas vezes é indagado sobre os motivos que levam a dificuldade de engravidar, enfrentada por muitos casais. Digo isso porque o uso de antiinflamatórios também pode ser colocado na lista daqueles fatores a serem considerados.

Vamos continuar estudando!

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