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[ 14 de julho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Online sim!

Somos íntimos de smartphones, tablets e notebooks. Podemos utilizá-los para adquirir o hábito do aprendizado contínuo.

Conte conosco!

Um abraço.

[ 14 de julho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Entregar conhecimento!

O paciente merece ser bem orientado.  Informação útil para a dispensação de medicamentos você encontra aqui.

Conheça nossos cursos online, veja uma de nossas aulas gratuitas, entre em contato e sugira algo.

Fique a vontade! 

 

 

[ 13 de julho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Estudar Sempre!

O aprendizado contínuo é a arma para a valorização profissional. Quem trabalha com medicamento sabe a responsabilidade que tem nas mãos.

São interações medicamentosas, efeitos adversos e variações biológicas entre indivíduos.

Estude! Conte conosco sempre que desejar. Entre em contato, assine nossa Newsletter, faça nossos cursos online ou busque um grupo para um workshop presencial.

Seja o profissional que você sempre sonhou!

[ 18 de junho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Inibidores da secreção ácida gástrica e carência de vitamina B12.

Os antagonistas do receptor H2 e o inibidores da bomba de prótons (IBP), interagem com a célula parietal gástrica para diminuir a secreção de HCl no interior do estomago. Estas classes medicamentosas são indicadas para o tratamento de ulceras, gastrite e refluxo, embora o uso profilático em paciente polimedicados esteja tornando-se uma preocupação.
Sobre este tema, em outubro de 2012 publicamos uma matéria descrevendo as interações medicamentosas do omeprazol e dados que demonstravam um aumento na ordem de 320% no numero de prescrições para este fármaco (divulgada novamente neste blog, ver: PELO USO RACIONAL DE OMEPRAZOL). Na prática diária é comum observarmos pacientes fazendo uso de inibidores da bomba de prótons há mais de 10 anos, muitos deles sem uma justificativa plausível ou necessitando de uma reavaliação médica.
Em dezembro de 2013, Lam e colaboradores [JAMA. 2013;310(22):2435-2442] publicaram um estudo retrospectivo comparando 25.956 paciente que tiveram um diagnóstico de deficiência de vitamina B12 entre janeiro de 1997 e junho de 2011, contra 184.199 paciente que não tiverem este diagnóstico. Depois da analise estatística dos dados, os autores concluíram que o uso por 2 ou mais anos tanto dos inibidores da bomba de prótons quanto dos antagonistas H2 está associado a um maior risco de deficiência de vitamina B12 plasmática. Além disso, os resultados sugerem que o efeito é mais pronunciado em pacientes que fizerem uma inibição da secreção de HCl estomacal mais contundente, ou seja, aqueles que utilizaram as maiores doses dos IBP.
A associação entre as duas classes de drogas e a deficiência vitamínica pode ser justificada por dois motivos: 1) a necessidade do ambiente ácido estomacal para a digestão de proteínas e a liberação de vitamina B12 e 2) os antagonistas H2 e os IBB inibem a secreção tanto do HCl quanto do fator intrínseco a partir da célula parietal. Sendo o fator intrínseco essencial para a absorção de vitamina B12 no íleo. A ausência prolongada de vitamina B12 está relacionada à anemia, demência e outros distúrbios neurológicos.
Desta forma, é preciso que todos os profissionais de saúde que acompanham pacientes com este perfil estejam alerta para este efeito adverso.ibb e antH2 e vit b12

[ 18 de junho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Uso de omeprazol e risco de infarto.

Há um bom tempo que o uso indiscriminado de inibidores da bomba de prótons (IBP) é tema aqui no Blog, para ver um artigo anterior mostrando dados de uso abusivo e revisão das interações medicamentosas: CLIQUE AQUI!
Em estudo publicado nesta semana na revista científica PLOS ONE, um grupo de pesquisadores da Universidade de Stanford,  utilizando dados de aproximadamente 3 milhões de pessoas, investigou a relação entre o uso de inibidores da bomba de prótons e o risco de infarto agudo do miocárdio. Na tabela abaixo você observa a compilação dos principais resultados do trabalho:
IBP e IAM
Quando observo a tabela penso em duas coisas: primeiro que o uso abusivo de IBP começa a mostrar suas consequências.  Segundo, que nós, farmacêuticos, temos que começar a identificar as diferenças entre os fármacos dentro da mesma classe, ou seja, observe o risco induzido pelo omeprazol e pantoprazol é muito maior do que aquele demonstrado pelo uso de esomeprazol.
Mas aí você vai me dizer: um farmacêutico não pode substituir fármacos dentro da mesma classe. Correto! Embora já tenhamos legislação que nos permita fazer algo próximo a isso (mas isso é conversa para outro artigo). Por outro lado, se você, assim como eu, acredita que é possível ir além  na nossa profissão. Pode ver nesse tipo de dado uma boa oportunidade para escrever para um médico sugerindo a substituição de um fármaco por outro.
Caso queira fazer, me coloco a inteira disposição para ajudar! E para começar, AQUIvocê pode acessar o artigo original.

[ 18 de junho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Recomendações sobre o uso de anticoncepcionais orais combinados.

Terminando uma aula para a pós-graduação encontrei estas boas recomendações as usuárias de anticoncepcionais orais combinados. As quais compartilho com vocês, Bom proveito!

 

orientacoes

 

  • Iniciar no 5º dia do ciclo menstrual, exceto para a primeira cartela dos ATC que contém gestodeno, desogestrel ou drospirenona, a qual se inicia no 1º dia da menstruação;
  • Tomar ininterruptamente, no mesmo horário do dia, por 21 dias;
  • Parar por 7 dias para que haja a menstruação, o que geralmente ocorre entre o 2º e o 4º dias da pausa;
  • Reiniciar no 8º dia da pausa, mesmo na vigência do fluxo menstrual;
  • Não reiniciar o uso se não houver fluxo menstrual, pelo risco de gestação em curso, cujo diagnóstico deve ser estabelecido;
  • Procurar aconselhamento médico em caso de aumento da pressão arterial, surgimento de enxaqueca importante, dores ou edema em membros inferiores ou outras manifestações de doenças importantes;
  • Não suspender os ATC devido ao aparecimento de sintoma menores no início do uso, pois há tolerância a esses efeitos após 1 a 2 ciclos;
  • Não é necessário fazer a pausa anual para a ovulação, pois mesmo em uso prolongado a pílula é medida reversível;
  • Substituir durante 3 ciclos as formulações de menor para as de maior dosagem  quando houver ausência de fluxo menstrual (excluída gravidez) ou sangramento intermenstrual.

 

orientacoes2

 

  • Iniciar no 1º dia do ciclo menstrual (1º dia da menstruação); se estiver trocando de contraceptivo, iniciar no dia posterior ao termino da cartela anterior (não fazer a pausa);
  • Tomar ininterruptamente, no mesmo horário do dia, por 24 dias;
  • Parar por 4 dias para que haja a menstruação, o que geralmente ocorre no 2º dia da pausa;
  • Reiniciar no 5º dia da pausa, mesmo na vigência de fluxo menstrual;
  • Se não houver fluxo menstrual, procurar atendimento para excluir gestação em curso, cujo diagnóstico deve ser estabelecido; lembrar que pode ser apenas efeito da supressão endometrial, se houver uso regular;
Fonte: Fuchs, Wannmacher e Ferreira: Farmacologia Clinica, 3ed)

 

 

[ 18 de junho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Analgésicos na Gravidez e Lactação.

A gravidez e a amamentação são um período da vida da mulher onde o uso de medicamentos exige cuidado redobrado. Assim, quando um farmacêutico precisa prescrever um analgésico (MIP) para uma paciente deve ter consciência que existe o melhor fármaco para cada um dos períodos.

De acordo com a FDA , o paracetamol  é considerado categoria B  durante os 3 trimestres da gravidez, lembrando que para ser encaixado nesta categoria os estudos realizados com animais não mostraram riscos ao feto porém não foram executados estudos com humanos.

Por outro lado, durante toda a amamentação, o Ibuprofeno é o MIP mais indicado. Esta recomendação baseia-se no fato deste fármaco acumular-se muito menos que os outros no leite materno,  tornando mínimas as chances de contaminação ao bebê.

Vale lembrar que o uso crônico destes medicamentos é contraindicado e o paciente deve  ser orientado a buscar a real causa destas dores. Por fim, este tipo de informação reforça o papel do farmacêutico na promoção do uso racional de medicamentos.

[ 18 de junho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

Farmacêutico: O Profissional do Medicamento!

Desde o final do doutorado tenho pensado sobre a nossa profissão. Concordo que a valorização profissional é fundamental e pergunto-me: onde estão as brechas que podemos explorar para demonstrar valor e gerar respeito?

Olhando para o mercado de medicamentos percebo que os lucros imensos, porém o farmacêutico ainda não recebe uma fatia justa deste bolo. E de quem é a culpa? Embora seja mais fácil colocá-la  nos outros, penso que devemos olhar para nós e buscar algumas respostas.

Primeiro acredito que os anos em que alguns colegas  “assinavam” uma farmácia e iam trabalhar em laboratórios de análise clínica abriram uma lacuna que,  preenchida por proprietários e balconistas leigos, deixou a população com uma visão totalmente distorcida de quem é o verdadeiro profissional do medicamento.

Segundo, uma vez que estamos capacitados para exercer as mais diferentes competências profissionais, nossa graduação tenta habilitar-nos para tudo e acaba deixando a prática clínica farmacêutica em segundo plano. Há anos penso sobre a necessidade de largar algumas competências e focar no medicamento.

Explico: acredito que não adianta pensar que podemos trabalhar com análises clínicas, medicamentos e alimentos, quando na vida real muitas dessas habilitações sofrem com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.  Veja a difícil tarefa do farmacêutico que tenta competir com engenheiros e nutricionistas na indústria de alimentos.

Assim, uma vez que acredito que nossa profissão deve evoluir junto com o mundo,penso que não podemos pensar na prática farmacêutica do futuro como a mera repetição do passado. Por isso é fundamental que o farmacêutico busque conhecer as sutilezas do medicamento.

Por exemplo, quanto mais estudo farmacologia, mais percebo que os fármacos são completamente diferentes entre si dentro da mesma classe. Ou seja, as recomendações para o paciente que utiliza atenolol são muito diferentes daquelas dadas ao paciente que utiliza propranolol. Ainda, as características farmacocinéticas de fármacos dentro da mesma classe variam incrivelmente e abrem a oportunidade de identificarmos o melhor medicamento para cada paciente.

Aí você me diz: mas quem deveria saber disso é o médico porque é ele que prescreve. E eu digo: esse é o pensamento do passado! Eu gostaria que o médico me visse como um parceiro que ele pode contar sempre que precisar identificar o melhor fármaco para um determinado paciente. E o melhor:  já temos legislação que nos permite trabalhar dentro de uma clínica, em colaboração com médicos, ajustando a farmacoterapia. E sendo remunerado para isso, é claro!!

Um abraço a todos aqueles que acreditam que o futuro desta profissão não precisa ser igual ao passado!

[ 18 de junho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

A “desprescrição” de medicamentos. Quando menos é mais!

Nesta semana conversaremos sobre os pacientes polimedicados, aqui definidos como  aqueles que utilizam 5 ou mais medicamentos. Habitualmente estas pessoas são idosas, portadores de mais de uma patologia e atendidas por mais de um médico.

 

 

Na edição publicada em 23 de março de 2015 do JAMA Internal Medicine, um grupo de pesquisadores australianos propôs um algoritmo para a “desprescrição” de medicamentos. Isso mesmo! Estes autores utilizaram da literatura para mostrar que, em muitas situações, a retirada de um ou mais medicamentos traz benefícios aos pacientes. Por exemplo, a redução do número de quedas em idosos.

 

 

Mostrada a necessidade,  o grupo formado por médicos, farmacêuticos e enfermeiros validou os passos para que a retirada do fármaco obedeça a critérios claros e não exponha o paciente a riscos. O algoritmo é mostrado abaixo:

 

 

Presentation3

 

Segundo os autores, a “desprescrição” deveria ser considerada especialmente nos pacientes idosos quando:

  1. apresentarem um novo sintoma sugestivo de efeito adverso da farmacoterapia;
  2. manifestarem demência, extrema fragilidade ou completa dependência dos cuidadores;
  3. utilizarem drogas de alto risco;
  4. estiverem recebendo fármacos para patologias que não serão agravadas após a descontinuação do tratamento;

 

Claro que este processo encontrará barreiras, por razões óbvias a indústria farmacêutica pode não olhar com bons olhos para o processo. Além disso, em nosso país precisamos fortalecer o vínculo com a classe médica para pensar neste serviço em hospitais ou clínicas. Por outro lado, os residenciais geriátricos podem ser um bom ponto de partida, uma vez que possuem equipe médica e todo o interesse em melhorar a qualidade de vida dos seus pacientes.

 

 

Por fim,  gostaria de saber se existe algum ponto do texto que você em interesse que seja aprofundado. Em caso positivo, deixe um comentário!

 

 

Um abraço e até semana que vem.

 

 

[ 18 de junho de 2015 Por Fabricio Assini 0 Comentários ]

O tempo ideal de atividade física semanal!

Em 2008, diversos guias passaram a recomendar um mínimo de 75 minutos semanais de atividade física intensa (AFI) ou 150 minutos semanais de atividade física moderada (AFM), para que os benefícios para a saúde (em especial a cardiovascular) pudessem ser efetivamente percebidos. Todavia, questões como: até onde estes benefícios chegavam? A partir de que momento o excesso de atividade física pode ser prejudicial? Ainda não estavam claros.

 

 

Na tentativa de responder a estas questões, um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer Americano, reuniu os dados de 661.137 pessoas com idades variando entre 21-98 anos.  Estas foram divididos em grupos de acordo com a quantidade de minutos por semana em que praticavam atividade física e comparados em sua longevidade com pessoas sedentárias.

 

quantidade de exercicio

 

O gráfico acima é interessante sob dois aspectos: 1) porque mostra que a partir de determinado ponto as horas a mais de treino não significam mais benefícios sobre a saúde cardiovascular e 2) porque, por outro lado, mostram que o excesso de treino não prejudicou de maneira estatisticamente significante a longevidade dos indivíduos estudados.

 

 

Assim, para aqueles que ainda tinham dúvida sobre a quantidades de horas para exercitar-se durante uma semana, o gráfico nos diz: mexa-se e depois que a inércia sair do corpo, coloque como objetivo pelo menos os 75 min/AFI ou 150 min/AFM por semana.

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